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Balanco de quase 4 anos na Alemanha = SALDO POSITIVO
- “Quase” aprendi a falar alemao ( eu diria que “me comunico” em alemao, porque aprender mesmo, ninguém com mais de 12 anos é capaz, ô linguinha complicada!); - Conseqüentemente aperfeicoei muito meu inglês (também com os cursos) e espanhol; - Adquiri grande experiência acadêmica cursando o mestrado e acompanhando o doutorado do Gudo; - Conheci pessoas de todos os continentes (e de todas as partes do Brasil) e derrubei alguns “estereótipos” que tinha; - Melhor que isso: ganhei amigos “de verdade” de todas as partes do mundo; - E é claro, conheci melhor o povo e a cultura alemas, visitei museus, cidades medievais, lugares históricos; - Proporcionamos ao nosso filho conhecer mais do mundo geograficamente e conviver com pessoas vindas de todas as partes, de diferentes características físicas e crescer entendendo que somos todos iguais; - Consegui deixar meu cabelo crescer (tá bom, nao sei se é positivo porque está tao detonado, mas que tá comprido tá!) - Parei de fazer “loucuras” para emagrecer! (tá bom, ainda estou com uns 5 quilos a mais do que gostaria, mas prefiro ir devagar e com saúde!); - Morando numa cidade “detentora” de cerca de 50 prêmios NOBEL e com uma universidade de elite, conheci pessoas interessantíssimas com as quais aprendi que quanto mais inteligente mais simples se é, se nao, é porque nao se é inteligente o suficiente (entenderam?); - Fiquei menos “fresca” trocando o carro pela bike e andando mais “à vontade”; - Melhorei meus dotes culinários e perdi o medo de preparar refeicoes para bastante gente; - Ficar longe de minha mae, irmaos e “in-laws” me fez enxergar o que antes nao via; - Sabendo que só podíamos contar um com o outro, eu e o Gudo nos aproximamos de uma forma diferente e bem melhor que antes; - Passei a valorizar mais as “donas-de-casa” e empregadas domésticas, NAO, NAO é fácil mesmo!!! - Também amadureci como mae e aprendi com os alemaes a criar filhos mais independentes (apesar de discordar de certos aspectos da educacao alema); - Passei a enxergar meu país de uma outra forma quando vejo que mesmo um país industrial tem problemas com saúde, transporte, greves, corrupcao. NAO, NAO acontece só no Brasil! (Mas obviamente nao é motivo para nao querermos melhorar); - Cheguei à conclusao de que nao adianta ser um país rico, com pouca violência e problemas sociais, e nao ter o SOL básico de cada dia!; - Descobri que solidariedade nao deve ter limites, algumas pessoas fizeram por nós o que eu pensaria muito antes de fazer por elas, mas aprendi e sou uma pessoa melhor. Gracas à Deus! - E o mais importante de TUDO: estou voltando pra casa com uma princesinha linda na bagagem, no Brasil nao faríamos essa Sofia assim, bem desse jeitinho, essa é única!!! “Vielen Dank Deutschland!” (Muito obrigada Alemanha!)
Escrito por Gi
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Nossa História
![]() 36 anos, sagitariana, gaúcha Graduada em Letras e pós-graduada em Língua Portuguesa Mas nos últimos 10 anos tenho ensinado inglês e para isso me aperfeiçoado constantemente nessa área. Sou um “amor de pessoa” quando não estou cansada irritada ou com os hormônios alterados. Em 1994 comecei a namorar o Valdir (Gudo) 34 anos, catarinense, canceriano Hoje biólogo fazendo doutorado aqui na Alemanha Onde moramos há 3 anos. Um cara muito gente boa que só eu consigo tirar do sério. ![]() Após 6 anos de namoro resolvemos morar juntos (só casamos de verdade em 2003) Um ano depois, no dia 25.04.2001 o Victor chegou pra quebrar a monotonia um menino muito inteligente que se alfabetizou aos 4 anos em duas línguas e por esse motivo iniciou a primeira série um ano antes do que a maioria de seus coleguinhas. Além disso é um menino muito carinhoso espirituoso e lindo!!! (sou mae dele, né?). Viemos pra Alemanha atrás de um sonho: nos aperfeiçoarmos em nossas áreas e conhecermos outras culturas. Conseguimos o que queríamos e mais um bônus: ![]() Uma princesinha chamada Sofia Que chegou no dia 01.07.2006 bem no dia do aniversário do pai dela brasileirinha legítima apesar de ter nascido na Alemanha. Doidinha doidinha que apesar de nos deixar exaustos no fim do dia completa nossa felicidade. Juntos somos a família Soares Stefenon Que adora conhecer lugares novos Mas não vê a hora de dezembro de 2007 Chegar pra finalmente voltarmos pra nossa “pátria amada e idolatrada Brasil”! Amigos
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